Mistérios do Tarô Maior e Eu

Tarot de Marseille  Camoin Jodorowsky

Viajante, escrevi há algum tempo numa comunidade do Orkut chamada “Tarô... eu amo!”, de propriedade de Marcia de Freitas, brincando com o nome da comuna divagando por que Amo o Tarô. Para registrar aqui no BT, fiz apenas alguns acertos. Boa leitura!

Símbolos que falam a alma com sabedoria - II, e às vezes, nem tanto a mente racional - S/Nº.  Uma conversa da minha alma com o mais profundo de mim - VIIII.  Mostrou o que me habita e o que por minh’alma transita em dias bons e em outros nem tanto - I e XV. Mesmo assim se não for tão egoísta e vaidoso... 

Sempre me acalenta, trazendo uma esperança - XVII.  Que haverá uma direção - VII se eu souber fazer escolhas - VI e desenvolver meus potenciais - III, que posso ser o dono das minhas atitudes - IIII se também souber ouvir ao meio que vivo - V, e assim me levar a iniciar uma nova vida - XXI. Aprendi a aceitar as mudanças do destino - X, a fazer auto-sacrifícios - XII. A fazer transformações, cortes e mudanças - XIII, por mais doloridos que precisaram ser... Fiz!

Entendi que o tempo da maturação é uma benção e uma dádiva, que o melhor mesmo é aceitar e cuidar de outras coisas antes de ter o que desejo - XIIII, se for sina, meu poder de escolha, ou simplesmente essência a que vim! E que todo fim tem causa em si mesmo se soubermos entender onde nos excedemos - XVI, que o orgulho e o ciúme são meras vaidades... 

Que é inevitável colher o que semeamos - XX, se não fugirmos do equilíbrio - VIII, e soltar o que deve ir, por mais prazeroso que possuir possa ser - XI... E o autoconhecimento é a única evolução - XVIII,  para um novo dia de contentamento chegar - XIX!  Aprendi que sou absurdamente imperfeito como humano, e isto me faz perfeito!

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