O Mago, o dinheiro e o trabalho

Investimeto: Gilmar Fraga
Viajante,  finanças e trabalho geralmente são tratados como sinônimos, mas não são. Certo que boa parte do nosso dinheiro vem como fruto do nosso trabalho e não devemos afirmar só porque alguém “ganha bem”, que está satisfeito com o emprego. Da mesma forma que por receber “pouco” - pouco ou muito é relativo, a priori – não signifique descontentamento com a profissão e/ou emprego. No Tarô se tem claro estes pormenores, quando avaliamos ambos os momentos durante um jogo.

O dinheiro é um grande facilitador de nosso existir e cada um emprega dentro de seu discernimento os seus ganhos, posicionando necessidades e prioridades, seguindo em frente na sociedade capitalista de consumo. Um Arcano Maior dentro do seu atributo peculiar no plano material nos revela de forma geral estes aspectos, o de ter ou não ter: dinheiro, trabalho saúde, namoro... Relata como está nosso poder de conquista.

O Arcano I – O Mago, numa jogada onde analisamos os aspectos financeiros, nos revela como está o fluir e o agir do consulente e não sua satisfação com o que tem. Em linhas gerais, numa jogada sobre as finanças, o Mago indica que o consulente busca melhorias financeiras, deseja investimentos que venham a ser bem sucedidos, pois tem boas possibilidades de conquistar o que deseja se imprimir esforço e perseverança. 
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Se este mesmo consulente está trabalhando, nos aponta nova proposta de emprego e/ou negócio a vista, pois busca subir na função e de cargo, quer uma reclassificação tanto profissional como salarial, nutre bons relacionamentos no ambiente de trabalho, como no social tem boa mobilidade e expressão. Está atento e aberto a possíveis novidades e as deseja.

Mas se estiver desempregado? O Mago nos reporta que em breve, oportunidades mesmo que temporárias surgirão. Seja trabalho ou negócio, onde contará com ajuda e apoio de novos amigos. Há um futuro promissor à vista que vale a pena ser sondado. 

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O que vai dar melhor mote final no presságio é a combinação com o Arcano Menor, pois este dará o rumo do "como"; se com facilidade, ajuda, percalços e etc. Gosto de salientar nas consultas que a relação com o dinheiro baseia-se em ganhar e gastar, não em guardar, mas isto nos reporta a situações do "como" empregar nossos ganhos.

Quantas vezes vemos pessoas assalariadas, fazendo suas vidas com sabedoria e satisfação? Em extremo, um “profissional liberal” que faça vinte, trinta  quarenta vezes mais que um assalariado, compromete o dobro do que recebe? Penso ser frustrante e no frigir dos ovos, é mais pobre que um assalariado. Qual a diferença de dever R$100,00 ou um milhão, quando não se tem como pagar?

Mesmo em face de um Mago na vida financeira, como na profissional, o melhor conselho é analisar tudo e todas as possibilidades antes de agir. Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, mesmo que você seja vegetariano...
Imagem: Mago + Ás de Ouros - O Tarô Clássico de Nei Naiff - Ilustrado por Thaís Linhares para o livro "Curso completo de tarô", Editora Nova Era. 

Comentários

  1. Adorei, de fato nao existe mesmo diferença de valores quando nao se administra o que se tem com a maestria de um Mago.Abraços!

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  2. @Senhordavida,

    saber fazer e aplicar são lições simples que em alguns momentos esquecemos. Mas o Tarô sempre alerta, não?

    Abraços!

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