O Autor

Sou um taromante diletante e estou tarólogo há quatorze  anos. Iniciei meus estudos de tarô em  agosto de 2002, e devo o deslumbre para esta filosofia de vida a uma amiga reikiana: Virgínia, que em 1999 me presenteou com um pequeno tarô de 22 Lâminas, um livrinho de banca de jornal e despretensiosamente disse-me:

"Meu irmão... penso que um dia este caminho lhe abrirá mais caminhos."

Era meu aniversário então. Foi um ano que o tarô esteve marcando presença naquilo que uns chamam de sintonia ou sincronicidade. Como me assombravam tantas coincidências... e como o que é certo tem o momento certo!

Após três anos, no mês de agosto, lá estava eu assistindo meu primeiro workshop sobre tarô (iniciático) com o eubióta Adhemar Ramos, de quem sou admirador desde meados dos anos 90. Como tudo naquele ano acontecia tão célere... no dia seguinte tive minha primeira aula particular, durante um dia inteiro, iniciando assim minha jornada de taromante, com a maga Crismara, terapeuta de Florais de Bach entre outras potencialidades, aqui em minha cidade.

Cursinhos aqui e palestras ali, descobri ainda naquele final de 2002, entre outras literaturas, os livros do tarólogo Nei Naiff, que ainda são a base do meu autodidatismo.

Frequento cursos avançados sempre que possível, simpósios, palestras e fóruns. Gosto de trocar ideias com meus iguais, independente de linhas ou de escolas, se possuem 40 anos de experiência ou estão se iniciando.

Em 2005, conheci a taróloga e astróloga Vera Chrystina. Foi no seu espaço em São Paulo que tive o privilégio de conhecer profissionais como: Giancarlo Kind, Nei Naiff, Marcelo Bueno e muitos estudantes e praticantes de Tarô.

Com a amada mestra, amenizei muitas e muitas dúvidas. Desfrutei de cursos e palestras (com muito mousse, entre outras delicias!) e, longas conversas pontuadas de  generosidade, bom humor, conhecimento e acolhimento repleto de desapego. Com orgulho e vaidade, tenho o privilégio hoje de pertencer e frequentar o círculo de suas amizades.

Já ousei ensinar, além de atender e estudar. Sigo a linha "adivinhatória" e utilizo o método Europeu de tiragem em minhas simplórias consultas.

O tarô é uma jornada de autoconhecimento, aprimoramento pessoal e filosofia de vida que ponho à disposição de quem me procura, dentro do alcance que possuo e posso servir.

Ao certo não sei dizer se sou um bom tarólogo. Sou esforçado. Cabe acrescentar que o tarô alargou-me a percepção do meu livre pensar, lancei com ele luz sobre minhas trevas internas e flexibilidade sobre meus engessamentos externos, tornando-se um dos meus divisores de águas existenciais.

Aprendi compaixão, humildade e modestamente aceito melhor hoje meus limites e limitações, fardos e fados. Desejo melhorar o que penso saber sobre ele cada vez mais. O Blog de Tarô é o compartilhar do meu pensar sobre ele.

Sigo aprendendo comprometimento pessoal para com a vida e para com o velho baralho. Sou uma pessoa diferente e melhor? Mais sábio? Quem sabe... mais desperto, possivelmente.
 
Faz quem pode, segue quem quer.